Ok,eu digo que preciso assistir esse filme!
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sábado, 10 de setembro de 2011
Trailer de Underworld: Awakening
Saiu o trailer do quarto filme da franquia Underworld, o Awakening! É, aparentemente o nome mudou de New Dawn para Awakening…
Ok,eu digo que preciso assistir esse filme!
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Broken Doll - Capítulo 1
Capítulo 1 - Estranho
[DIAS ATUAIS]
Já é segunda-feira, pensou Nike irritada. Uma nojenta segunda-feira, depois de um nojento domingo à noite.
Nike Michaels caminhava pelo estacionamento do Paragon High School,mal-humorada como sempre.Odiava ir a escola,simplesmente não gostava de ver os alunos sorrindo e se divertindo como se a vida fosse de extrema beleza e eles pudessem fazer o que quisessem sem consequências.A verdade é que era quase isso que eles pensavam.
Todos viram a garota de jaqueta preta,calças jeans rasgadas nos joelhos e blusa dos Led Zeppeling adentrar o corredor e ir em direção as escadas e como ela já esperava,todos ficaram observando enquanto ela se dirigia até seu armário.Seus cabelos negros caiam sobre suas costas e seus olhos azuis pareciam cansadosJá havia reclamado com seu “pai”,Harry,sobre o fato de ir a escola mas ele sempre vinha com o papo de que “Todos precisam aprender e você precisa socializar!” e ai acabava a conversa.
-Bom dia,princesa das sombras.
Nike se virou ao ouvir a voz e se deparou com Isabelle Williams sorrindo.
-Bom dia só se for para você,Is.Não se esqueça do que eu acho desse lugar. – ela fechou a porta do armário com as costas.
-E Gabbe acha a mesma coisa.Só que ela faz hora extra para me irritar. – ela suspirou. – Você não gostaria de conviver com ela como irmã.
-Falando nisso,onde ela está?
-La no estacionamento,provavelmente catando o celular no carro. – ela deu de ombros. – Ela mandou perguntar se poderíamos ir a Liverpool esse fim de semana.Pelo menos lá é mais decente que aqui.
-Ela não deveria reclamar,deveria dar graças a Deus que estamos no ultimo ano.
-Claro,a fase final.De qualquer modo,estudar é chato.
Isabelle era sua única amiga fora sua irmã gêmea Gabrielle.Ambas possuíam cabelos loiros e olhos azuis mas a diferença era que Gabrielle tinha o cabelo curto e liso até os ombros.Nike já tinha ouvido gente comentando nos corredores que ela as vezes parecia um garoto e tinha certeza de que a própria sabia desses comentários.A verdade é que esses comentários sobre Gabrielle lhe traziam velhas lembranças.Como diziam por ai,as gêmeas eram completamente opostas.
Nike e Isabelle adentraram a sala de aula antes de todos – inclusive do professor – e encontraram Gabrielle sentada numa carteira no fundo sala e brincando com um lápis.
-Hey vocês. – ela disse com um pequeno sorriso no rosto. – Achei que não iam aparecer nunca.
-Co-como você está aqui? – perguntou Isabelle,surpresa. – Eu te vi lá fora,no carro...
-Ter um lado ninja é uma arte. – ela riu. – Você não deveria ficar mais surpresa,Is.Veja,Nike não parece assustada.
-Acredite,Gabbe. – Nike jogou sua mochila no chão e se sentou ao lado dela. – Nada mais me assusta nessa escola.
-Então você entende o meu lado.Todos são bizarros.
-Inclusive você com essas roupas,irmãzinha. – interrompeu Isabelle.
Gabbe usava uma camisa social preta e de mangas compridas,uma corrente com uma cruz prateada, calças jeans escuras e suas habituais botas pretas. Sua jaqueta de couro estava pendurada nas costas da cadeira e sua mochila estava jogada ao seu lado.
-Mas e ai,Nike? – perguntou Gabbe. – Nós vamos a Liverpool ou não?Preciso comprar umas coisas e Paragon não é exatamente o melhor lugar para isso.
-Por mim tanto faz,Harry me pediu para comprar umas coisas também.Sabem como ele é.
-Aproveitamos e vamos no cinema. – disse Isabelle. – Faz tempo que não vamos.
-É verdade. – disse Gabbe,olhando para a porta. – Xiii...o inferno acaba de começar.
Os outros alunos começaram a entrar e tomar seus lugares.As três ocupavam os lugares ao fundo e Nike sempre ficava próxima a janela com Gabbe ao seu lado e Is sentada na frente dela.Era algo que tinha sido planejado a dois meses quando as aulas haviam começado.
Nike começou a desenhar esperando o professor entrar na sala até que Max Carter sentou a sua frente.
-Meninas. – ele disse e se virou para Gabbe. – Monstra.
-Idiota,Carter. – revidou Gabbe. – Você também não é muito daqueles que não se compare a um demônio.
-Ok,dá pra parar? – disse Nike. – Vocês irritam e eu não quero entrar na Faixa de Gaza novamente.
-Nem eu. – disse Isabelle. – Vou acabar morrendo qualquer dia desses.
-A culpa não é minha se a Gabbe é do mal. – disse Max,levantando as mãos. – Só sou sincero.
-Os malvados se divertem mais,Max. – riu Gabbe.
Max era o único garoto naquela escola que não ignorava nenhuma das três.Na verdade era um grande amigo e Nike tinha quase certeza que ele tinha uma quedinha por Isabelle.Ele era até bonitinho com grandes olhos verdes,cabelo castanho escuro e ele não era aquele garoto que se podia chamar de forte como os do time de futebol,mas ele era mais alto que o capitão do time.Ele era simpático e sempre fazia Nike rir.
Todos ficaram em silencio quando a Sr.Marsten entrou.Ela deu um apático ‘bom dia’a turma e começou a fazer a chamada.Ouviu seu nome ser pronunciado,o nome ‘Valentina Michaels’.Nike odiava matemática,era algo que realmente não conseguia entender.Tantos números e era ‘x’ nisso e ‘y’naquilo...na verdade era bem difícil em chato embora ela fosse boa na matéria.E em qualquer outra.
Olhou para a janela,não queria prestar atenção na aula.O jardim vazio era iluminado pela apática luz do sol daquele dia nublado.Os alunos gostavam de se reunir ali,ou então ir mais a frente e ir até o estacionamento para matar aula.Se conseguissem sair,logicamente.Ela não esperava nada de mais interessante naquele dia,como qualquer outro dia ela ainda desejava as emoções de dois anos atrás.O anel em seu dedo médio provava que aqueles tempos haviam existido.Assim como o pequeno anel de ouro pendurado em uma corrente e preso ao seu pescoço. Lembranças boas e ruins ao mesmo tempo.
O tempo parecia passar bem devagar naquela aula chata,então ela começou a desenhar.Gabbe fazia o mesmo,sem se importar com o que quer que a professora estivesse escrevendo no quadro.Nike começou seu desenho vendo o papel deslizar perfeitamente pelo papel formando o contorno de duas pessoas,um homem e uma mulher,ambos vestido formalmente como se fossem para um baile.
-Desculpe-me pelo atraso,professora. – a porta da sala foi aberta.
Todos levantaram o olhar para ver um rapaz entrar.Ninguém pareceu surpreso com aquele estranho,a não ser Nike,era como se todos já o conhecessem menos ela.
-Ah, sr Maxuell. – disse a Sra.Marsten. – Sente-se.Vou deixar passar desta vez mas não quero que isso se repita.
-Tudo bem. – ele se sentou em uma das primeiras carteiras.
O estranho era que ninguém parecia notar aquele cara novo,ela não ouvia cochichos sobre ele ou bilhetinhos entre as Poderosas da sala.Era como se ele fizesse parte dali fazia tempo,nenhuma novidade naquilo.Ele era só mais um na multidão,não era considerado novato.E ele era diferente,com certeza seria notado facilmente e não só por ela.
Cabelos castanho-escuro e pareciam um pouquinho compridos,ele parecia alto e usava roupas que pareciam ser de marca.Botas que eram as únicas que pareciam ser velhas,uma jaqueta preta que parecia ser bem cara e calcas jeans.Era só isso que ela conseguia ver mas não deixava de ser estranho.Decidiu esperar o final da aula para perguntar a alguém.
Por sorte não pareceu demorar muito,aquele estranho havia chegado no meio da aula da “velha bruxa”.Nike continuou seu desenho mas sua mente ainda estava cheia de perguntas quando o sinal tocou para a próxima aula.Todos os alunos saíram carregando seus livros e aquele estranho foi o primeiro.
Nike já foi logo puxando Max e Gabbe que estavam mais próximos.Isabelle acompanhou a pequena reunião enquanto todos os outros alunos saiam.
-O que foi sua doida? –Max perguntou,puxando o braço.
-Eu tenho uma pergunta muito importante a fazer e como você conhece praticamente todos os alunos já matriculados nessa escola,tenho certeza que sabe.
-Ok,não enrola Nike. – disse Gabbe,cruzando os braços. – Fala logo se não tenho que enfrentar a ira do grande Eichinger na próxima aula.
-É o seguinte. – ela respirou fundo. – Quem era aquele cara?Aquele que entrou atrasado?
-Ah,aquele? – disse Gabbe com um sorriso maroto. – É Alexander Maxuell,não lembra?
-Ele estuda aqui a três anos. – completou Isabelle.
Nike ficou espantada.
-Mas o que?!Tenho certeza de nunca tê-lo visto!
-Mas é verdade. – disse Max. – Ele está aqui a três anos e sempre fez essa aula com a gente.Mas agora temos que correr,vamos nos atrasar para a aula.
Logo cada um estava em suas respectivas aulas,Nike não fazia aula de Biologia com nenhum dos seus amigos para poder perguntar mais coisas.Um teoria parecia se formar em sua mente mas ela não parecia crer muito nela.Eram muitas duvidas e ela tinha certeza de nunca ter visto aquele cara na vida,simplesmente.Mesmo com aqueles três confirmando que Alexander Maxuell estudava ali havia três anos,ela tinha certeza de que havia algo errado ali.Olhou para a pedra azul em seu anel.
Não...faz dois anos que eu desisti,faz dois anos que eles não vem atrás da gente.É possível embora isso nunca tenha acontecido...não,não pode ser o que estou pensando.Melhor perguntar a Harry.
Já é segunda-feira, pensou Nike irritada. Uma nojenta segunda-feira, depois de um nojento domingo à noite.
Nike Michaels caminhava pelo estacionamento do Paragon High School,mal-humorada como sempre.Odiava ir a escola,simplesmente não gostava de ver os alunos sorrindo e se divertindo como se a vida fosse de extrema beleza e eles pudessem fazer o que quisessem sem consequências.A verdade é que era quase isso que eles pensavam.
Todos viram a garota de jaqueta preta,calças jeans rasgadas nos joelhos e blusa dos Led Zeppeling adentrar o corredor e ir em direção as escadas e como ela já esperava,todos ficaram observando enquanto ela se dirigia até seu armário.Seus cabelos negros caiam sobre suas costas e seus olhos azuis pareciam cansadosJá havia reclamado com seu “pai”,Harry,sobre o fato de ir a escola mas ele sempre vinha com o papo de que “Todos precisam aprender e você precisa socializar!” e ai acabava a conversa.
-Bom dia,princesa das sombras.
Nike se virou ao ouvir a voz e se deparou com Isabelle Williams sorrindo.
-Bom dia só se for para você,Is.Não se esqueça do que eu acho desse lugar. – ela fechou a porta do armário com as costas.
-E Gabbe acha a mesma coisa.Só que ela faz hora extra para me irritar. – ela suspirou. – Você não gostaria de conviver com ela como irmã.
-Falando nisso,onde ela está?
-La no estacionamento,provavelmente catando o celular no carro. – ela deu de ombros. – Ela mandou perguntar se poderíamos ir a Liverpool esse fim de semana.Pelo menos lá é mais decente que aqui.
-Ela não deveria reclamar,deveria dar graças a Deus que estamos no ultimo ano.
-Claro,a fase final.De qualquer modo,estudar é chato.
Isabelle era sua única amiga fora sua irmã gêmea Gabrielle.Ambas possuíam cabelos loiros e olhos azuis mas a diferença era que Gabrielle tinha o cabelo curto e liso até os ombros.Nike já tinha ouvido gente comentando nos corredores que ela as vezes parecia um garoto e tinha certeza de que a própria sabia desses comentários.A verdade é que esses comentários sobre Gabrielle lhe traziam velhas lembranças.Como diziam por ai,as gêmeas eram completamente opostas.
Nike e Isabelle adentraram a sala de aula antes de todos – inclusive do professor – e encontraram Gabrielle sentada numa carteira no fundo sala e brincando com um lápis.
-Hey vocês. – ela disse com um pequeno sorriso no rosto. – Achei que não iam aparecer nunca.
-Co-como você está aqui? – perguntou Isabelle,surpresa. – Eu te vi lá fora,no carro...
-Ter um lado ninja é uma arte. – ela riu. – Você não deveria ficar mais surpresa,Is.Veja,Nike não parece assustada.
-Acredite,Gabbe. – Nike jogou sua mochila no chão e se sentou ao lado dela. – Nada mais me assusta nessa escola.
-Então você entende o meu lado.Todos são bizarros.
-Inclusive você com essas roupas,irmãzinha. – interrompeu Isabelle.
Gabbe usava uma camisa social preta e de mangas compridas,uma corrente com uma cruz prateada, calças jeans escuras e suas habituais botas pretas. Sua jaqueta de couro estava pendurada nas costas da cadeira e sua mochila estava jogada ao seu lado.
-Mas e ai,Nike? – perguntou Gabbe. – Nós vamos a Liverpool ou não?Preciso comprar umas coisas e Paragon não é exatamente o melhor lugar para isso.
-Por mim tanto faz,Harry me pediu para comprar umas coisas também.Sabem como ele é.
-Aproveitamos e vamos no cinema. – disse Isabelle. – Faz tempo que não vamos.
-É verdade. – disse Gabbe,olhando para a porta. – Xiii...o inferno acaba de começar.
Os outros alunos começaram a entrar e tomar seus lugares.As três ocupavam os lugares ao fundo e Nike sempre ficava próxima a janela com Gabbe ao seu lado e Is sentada na frente dela.Era algo que tinha sido planejado a dois meses quando as aulas haviam começado.
Nike começou a desenhar esperando o professor entrar na sala até que Max Carter sentou a sua frente.
-Meninas. – ele disse e se virou para Gabbe. – Monstra.
-Idiota,Carter. – revidou Gabbe. – Você também não é muito daqueles que não se compare a um demônio.
-Ok,dá pra parar? – disse Nike. – Vocês irritam e eu não quero entrar na Faixa de Gaza novamente.
-Nem eu. – disse Isabelle. – Vou acabar morrendo qualquer dia desses.
-A culpa não é minha se a Gabbe é do mal. – disse Max,levantando as mãos. – Só sou sincero.
-Os malvados se divertem mais,Max. – riu Gabbe.
Max era o único garoto naquela escola que não ignorava nenhuma das três.Na verdade era um grande amigo e Nike tinha quase certeza que ele tinha uma quedinha por Isabelle.Ele era até bonitinho com grandes olhos verdes,cabelo castanho escuro e ele não era aquele garoto que se podia chamar de forte como os do time de futebol,mas ele era mais alto que o capitão do time.Ele era simpático e sempre fazia Nike rir.
Todos ficaram em silencio quando a Sr.Marsten entrou.Ela deu um apático ‘bom dia’a turma e começou a fazer a chamada.Ouviu seu nome ser pronunciado,o nome ‘Valentina Michaels’.Nike odiava matemática,era algo que realmente não conseguia entender.Tantos números e era ‘x’ nisso e ‘y’naquilo...na verdade era bem difícil em chato embora ela fosse boa na matéria.E em qualquer outra.
Olhou para a janela,não queria prestar atenção na aula.O jardim vazio era iluminado pela apática luz do sol daquele dia nublado.Os alunos gostavam de se reunir ali,ou então ir mais a frente e ir até o estacionamento para matar aula.Se conseguissem sair,logicamente.Ela não esperava nada de mais interessante naquele dia,como qualquer outro dia ela ainda desejava as emoções de dois anos atrás.O anel em seu dedo médio provava que aqueles tempos haviam existido.Assim como o pequeno anel de ouro pendurado em uma corrente e preso ao seu pescoço. Lembranças boas e ruins ao mesmo tempo.
O tempo parecia passar bem devagar naquela aula chata,então ela começou a desenhar.Gabbe fazia o mesmo,sem se importar com o que quer que a professora estivesse escrevendo no quadro.Nike começou seu desenho vendo o papel deslizar perfeitamente pelo papel formando o contorno de duas pessoas,um homem e uma mulher,ambos vestido formalmente como se fossem para um baile.
-Desculpe-me pelo atraso,professora. – a porta da sala foi aberta.
Todos levantaram o olhar para ver um rapaz entrar.Ninguém pareceu surpreso com aquele estranho,a não ser Nike,era como se todos já o conhecessem menos ela.
-Ah, sr Maxuell. – disse a Sra.Marsten. – Sente-se.Vou deixar passar desta vez mas não quero que isso se repita.
-Tudo bem. – ele se sentou em uma das primeiras carteiras.
O estranho era que ninguém parecia notar aquele cara novo,ela não ouvia cochichos sobre ele ou bilhetinhos entre as Poderosas da sala.Era como se ele fizesse parte dali fazia tempo,nenhuma novidade naquilo.Ele era só mais um na multidão,não era considerado novato.E ele era diferente,com certeza seria notado facilmente e não só por ela.
Cabelos castanho-escuro e pareciam um pouquinho compridos,ele parecia alto e usava roupas que pareciam ser de marca.Botas que eram as únicas que pareciam ser velhas,uma jaqueta preta que parecia ser bem cara e calcas jeans.Era só isso que ela conseguia ver mas não deixava de ser estranho.Decidiu esperar o final da aula para perguntar a alguém.
Por sorte não pareceu demorar muito,aquele estranho havia chegado no meio da aula da “velha bruxa”.Nike continuou seu desenho mas sua mente ainda estava cheia de perguntas quando o sinal tocou para a próxima aula.Todos os alunos saíram carregando seus livros e aquele estranho foi o primeiro.
Nike já foi logo puxando Max e Gabbe que estavam mais próximos.Isabelle acompanhou a pequena reunião enquanto todos os outros alunos saiam.
-O que foi sua doida? –Max perguntou,puxando o braço.
-Eu tenho uma pergunta muito importante a fazer e como você conhece praticamente todos os alunos já matriculados nessa escola,tenho certeza que sabe.
-Ok,não enrola Nike. – disse Gabbe,cruzando os braços. – Fala logo se não tenho que enfrentar a ira do grande Eichinger na próxima aula.
-É o seguinte. – ela respirou fundo. – Quem era aquele cara?Aquele que entrou atrasado?
-Ah,aquele? – disse Gabbe com um sorriso maroto. – É Alexander Maxuell,não lembra?
-Ele estuda aqui a três anos. – completou Isabelle.
Nike ficou espantada.
-Mas o que?!Tenho certeza de nunca tê-lo visto!
-Mas é verdade. – disse Max. – Ele está aqui a três anos e sempre fez essa aula com a gente.Mas agora temos que correr,vamos nos atrasar para a aula.
Logo cada um estava em suas respectivas aulas,Nike não fazia aula de Biologia com nenhum dos seus amigos para poder perguntar mais coisas.Um teoria parecia se formar em sua mente mas ela não parecia crer muito nela.Eram muitas duvidas e ela tinha certeza de nunca ter visto aquele cara na vida,simplesmente.Mesmo com aqueles três confirmando que Alexander Maxuell estudava ali havia três anos,ela tinha certeza de que havia algo errado ali.Olhou para a pedra azul em seu anel.
Não...faz dois anos que eu desisti,faz dois anos que eles não vem atrás da gente.É possível embora isso nunca tenha acontecido...não,não pode ser o que estou pensando.Melhor perguntar a Harry.
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sábado, 3 de setembro de 2011
Alice: Madness Returns
A face do mal,num coracão das trevas.Perfeito.
Onze anos atrás, um terrível incêndio levou toda a família de Alice e deixou sua mente severamente traumatizada. Ela foi internada no Asilo Rutledge, onde ela lutou contra seus demônios ao se aprofundar em seu mundo de fantasia do País das Maravilhas. Agora, depois de dez anos, ela finalmente conseguiu ter alta. Ainda assim, ela carrega consigo o fardo psicológico daquele trágico acontecimento.
Com sua mente machucada, ela é incapaz de lidar com o medo causado por seus estranhos sonhos, memórias e visões. Talvez ela se saia melhor no País das Maravilhas. Ela sempre se sentiu melhor lá. Ela viaja para o universo de fantasia, procurando o que o mundo “real” não pode lhe dar: segurança, conhecimento e a verdade sobre o passado. Mas na sua ausência, o País das Maravilhas também sofreu mudanças. Algo saiu muito errado e agora há um ser de extrema maldade assolando seu lindo e antigo refúgio. Poderá Alice salvar o País das Maravilhas, e a si mesma, da loucura que consome os dois?
É o estilo de jogo que eu gosto,bem gore.E eu sempre gostei de Alice in Wonderland mesmo que as vezes quando eu era menor me desse medo.E eu amei,estou enconomizando para comprar o jogo para XBOX.Vejam os videos.
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terça-feira, 30 de agosto de 2011
Broken Doll - Prólogo
Prólogo
[27 de Novembro de 2004]
Ruas frias,a chuva continuava sem parar enquanto a garota caminhava sem guarda-chuva. As pessoas começavam a sair da capela, um amontoado de guarda-chuvas pretos se abria, rostos sérios e alguns tinham olhos vermelhos, mas o preto reinava no ambiente, todos acompanhavam a saída dos caixões não abrindo mão de antes me lançar um olhar de pura pena, mas eram tão frios como o do mármore polido das escadas molhadas quando ela se afastara logo que vira a procissão ao longe. Provavelmente estavam pensando em como uma menina com ela, onze anos, sem tios ou avós, sobreviveria sozinha.Tudo se resumia a uma palavra:
Assassinato.
Não, ela ainda não tinha parado para pensar em como iria ser sua vida daqui pra frente sem o abraço apertado do seu pai toda vez que ele chegava do trabalho, ou o afago de sua mãe nos seus cabelos negros e lisos toda vez que ia dormir.Ninguém precisa lhe dizer isso com frases idiotas de que tudo vai ficar bem, porque nada será como era antes.
Andava sem rumo pela cidade,tentando controlar a tristeza e a raiva.Seus pais não haviam morrido por motivos comuns,havia algo por trás de tudo.No fundo,ela queria descobrir por que,queria uma vingança ao mesmo preço.O que havia acontecido não era normal,havia algo estranho nas mortes mas ela não sabia dizer o que e sentiu isso desde o momento que encontrou os corpos no escritório.
Não queria ficar naquela capela junto com montes e montes de sorrisos falsos,palavras de consolo.Ver os corpos frios de seus pais sendo rodeados por palavras falsas.Deveria decidir muita coisa dali em diante mas a primeira deveria ser se voltaria a casa ou não.
Precisava de um lugar com menos sorrisos,menos falsidade,menos…luto. Caminhava e caminhava tentando ignorar a sensação de estar sendo seguida o tempo todo.Entrou em um daqueles bares misturados com mercearia.A chuva continuava forte,relâmpagos iluminavam a rua e a garota encharcada.Ali ninguém saberia o que havia acontecidoTinha um pouco de dinheiro no bolso do casaco e pediu uma bebida.O atendente estranhou uma criança de onze anos e completamente encharcada ali mas trouxe logo o pedido quando viu o dinheiro.
Às vezes ria com algumas jovens que olhavam coradas para ela provavelmente achando que era um garoto bonitinho. Não as culpavas por isso pelo jeito que estava parecia realmente com um. Calcas pretas, camisa social,sobretudo e botas todos pretos, fora o seu cabelo repicado na altura do pescoço com franja.Apesar de sua família ter dinheiro,ela não gostava de vestidos ou saias,nem joias ou maquiagem já que achava tudo muito complexo e desconfortável mãe bem que tentou faze-la gostar deles quando era pequena, mas acabou desistindo ao ver suas reações toda vez que ela usava um.. Isso fazia os amigos dos seus pais acharem que tinham um garoto ao invés de uma garota, quando lhe viam a primeira vez, mas eles nunca se importaram com seu modo de vestir.Nem com as cores de sua preferencia.
Ergueu um pouco a cabeça e avistou a Tower Bridge ao longe em meio a tempestade.O rio Tamisa estava um pouco agitado devido ao vento e a chuva mas ela não se importou.Terminou sua bebida e,deixando o dinheiro no balcão andou até a beira da barreira que a separava do Tamisa.O bar era bem localizado para falar a verdade.
A margem do rio juntamente iluminada com os prédios da cidade davam uma vista linda dali de cima em contraste com a água e o céu escuro. Sempre que anoitecia gostava de ir a um lugar alto para ver as luzem da cidade à noite principalmente da Tower Bridge, que em sua opinião era um efeito fantástico, só não era mais fantástico porque naquela noite se encontrava sozinha sem um motivo grandioso para continuar a viver. Antes eu tinha sim um motivo grandioso,este era ver seus pais orgulhosos com seu sucesso.
Agora não havia ninguém que fosse apoia-la.
A chuva passou aos poucos e ela continuava observando a escuridão.Nunca havia imaginado a vida sem seus pais,nunca havia imaginado sua vida sem um sonho a cumprir. Não tinha mais família,seu nome havia se tornado só mais um em um mar de rostos e sangue.Sangue,morte e destruição. Seu conto de fadas havia chegado ao fim com um desfecho que ela nunca teria imaginado.Agora era tudo por conta própria.
Suspirou e apoiou seu queixo com as mãos, olhando para a rua pouco movimenta do lado oposto ao que tinha vindo, foi quando avistou um jovem que não devia ter no máximo vinte e cinco anos andar despreocupadamente pela rua, como se tivesse um encontro importante mais não estivesse com pressa.Ele usava um terno negro e que parecia ser novo em folha que se ajustava perfeitamente ao seu corpo forte, cabelo negro escuro, liso e levemente repicados lhe caiam aos olhos de mesma cor, lábios finos e simétricos ao nariz e a pele alva, mas não tanto.Ele se distanciou rapidamente e logo atrás dele veio outro rapaz que parecia um pouco mais jovem,ela lhe daria no máximo dezenove anos.Ele,pelo que ela pode ver,era meio loiro e parecia apressado e nervoso.Sua pele era alva,seus lábios róseos e simétricos,algumas mechas de seu cabelo loiro lhe caiam aos olhos.,Ele andava um pouco distante do moreno.Poderiam estar apressados mas mesmo assim não deixavam de ser elegantes.
Não soube dizer o a levou a segui-los até a direção oposta da ponte. Não pensou duas vezes e correu atrás deles tomando as medias necessárias para não ser percebida. Eles continuaram andando sem alterar seus elegantes passos em direção as residências só que com o passar dos minutos eles foram caminhando cada vez mais para a parte deserta da cidade onde ficava os becos sem nem sequer olhar para os lados ou para trás.
Se perguntava por que estava fazendo aquilo mas não conseguia parar.Ela sabia que ia acabar se perdendo mas era conduzida por um poder invisível que a levava atrás dos rapazes. Passaram por mais algumas ruas que ficavam cada vez mais desertas, o loiro começou a andar mais rápido e virou à esquerda. Andou sorrateiramente e antes de entrar na rua deu uma olhada e vi aonde exatamente eles queriam chegar.
Estavam na parte mais afastada do porto, onde se via apenas uma calçada larga e comprida com algumas árvores pequenas e postes de luz, que ficavam de frente para a imensidão do mar sem barco nenhum atracado.O loiro havia desaparecido mas ela viu o moreno parado na parte mais escura,recostado na parede com as mãos no bolso e disse em uma voz sedutora e sedosa:
-Você pode se juntar a mim agora,garotinha.Aquele idiota não está mais aqui para nos atrapalhar.Além do mais,não gosto de ficar esperando.
Engoliu seco e andou a passos lentos até parar ao seu lado e fitar seu rosto discretamente e constatar que ele era muito mais bonito visto de perto.Quase uma obra de arte viva. Sentiu seu rosto ficar quente e olhou rapidamente para baixo,se dando conta de que ele sabia que era uma garota.Alguém que não havia confundido-a.
-Vo- você sabia que eu estava seguindo você?Por isso veio para cá.
Ele a olhou pela primeira vez,revelando olhos azuis intensos que a analisavam como se revelassem sua alma e pareciam levemente impacientes.Ela achou que ele lhe daria uma bronca mas ele apenas desviou o olhar para o Tamisa e voltou a falar com aquela voz que fazia jus a sua beleza.
-Sim,eu sabia.Na verdade você nos seguir foi um bônus bem-vindo já que meu único objetivo era no mínimo dar um chá de sumiço naquele loiro idiota.Voce nos seguir até o lado mais afastado da cidade é só uma brincadeira do acaso.
Ela desviou o olhar e viu as pequenas ondas que continuavam devido a chuva anterior,pensando no fato de que o velho ditado “a curiosidade matou o gato”parecia adquirir um significado bem real agora.Poderia ele ser um assassino que a havia arrastado até ali só para mata-la?Talvez mas ela respirou fundo e controlou o medo que estava prestes a invadi-la.Sentia como se fosse uma criancinha de quatro anos perto daquele estranho.
-Acho que uma garotinha como você não deveria andar por ai sozinha a essas horas.Mas voce apareceu na hora certa.
Aquilo a deixou um tanto nostálgica já que era a mesma coisa que seu pai dizia quando ela ficava brincando do lado de fora até tarde,quase ao anoitecer.
-Hora certa?O que você quer de mim?
Ela fez o possível para dar um sorriso irônico e não podia ter certeza se estava convincente o suficiente que não passou desapercebido pelos olhos azuis profundo que lhe fitavam de canto até ele se abaixar para segurar-lhee olha-la com certa seriedade.
-Me diga,algo aconteceu. Você tem um desejo,uma grande e nova ambição,não é?
Arregalou um pouco os olhos encarando-o incrédula achando que seus ouvidos haviam lhe enganado. Que tipo de homem vestido formalmente arrastaria uma garota como ela para a parte mais afastada da cidade à uma hora dessas para perguntar se ela um grande desejo? Será que ele queria lhe convidar para algum tipo de seita ou organização? Mas repentinamente o desejo lhe veio a mente,o primeiro e único.
-Bem,eu tenho um mas…minha vida é muito monótona,eu sempre desejei algo interessante e agora…
Ele sorriu,um sorriso malicioso e perigoso e se aproximou mais um pouco. Não entendia por que estava contando aquelas coisas a ele.
-Eu posso lhe dar o que quiser,pequena.Posso realizar seu desejo mas tenho que ser sincero,eu não sou uma fada madrinha dos contos de fadas.Um pacto comigo e todas as suas chances de atravessar os portões do Paraíso se tornarão inexistentes.
Ela não acreditava mas também não entendia o motivo dele fazer-lhe aquela proposta do nada.Mas parecia tentadora,agora que havia perdido tudo o que lhe pertencia…algo quase irrecusável…
-Você aceita fazer um pacto comigo?
Ela estava prestes a responder.E algo realmente tentador e qualquer um acharia que um garotinha de onze anos não deveria ter aquele tipo de pensamento,aquele sentimento de vingança que começava a surgir em sua mente.Não teria seus pais de volta nem nada disso mas valeria a pena eles não terem morrido por nada,a morte ser deixada impune.
-Eu ace-
O som de um tiro veio do nada.
O estranho rosnou e segurou o braço ferido.A garota olhou para o lado e viu o homem loiro segurando uma arma.
-Saia de perto dela.Agora.
A garota ouviu a risada do moreno enquanto ele se virava para encarar o outro.
-Você de novo,achei que tinha ido embora.
-Saia de perto dela agora, demônio.Vou te fazer voltar para o inferno.
O moreno agarrou a garota,segurando sua cabeça.Seus olhos haviam mudado de cor.Um movimente e poderia quebrar o pescoço dela ou arrancar seu coração se quisesse.Mas o sorriso permanecia em seu rosto.A garotinha observava tudo,assustada.
-Temos uma criança presente,Harry. Você não faria is-
Mais um tiro.Dessa vez atravessou a testa do moreno. Manteve então os braços firmes, disparando tiros um após o outro, atingindo a criatura, que se afastava imediatamente da garota, deixando um grito doloroso eclodir pela rua,como se estivessem lhe arrancando as vísceras.
Uma sombra negra surgiu,saindo daquele corpo,emitindo sons e guinchos horríveis.O loiro correu e puxou a garota pela mão enquanto corriam para fora daquele lugar.
-Venha logo.Ele não vai voltar por enquanto mas a polícia sim.Vou lhe explicar tudo.
TUMBLR OFICIAL DE BROKEN DOLL
[27 de Novembro de 2004]
Ruas frias,a chuva continuava sem parar enquanto a garota caminhava sem guarda-chuva. As pessoas começavam a sair da capela, um amontoado de guarda-chuvas pretos se abria, rostos sérios e alguns tinham olhos vermelhos, mas o preto reinava no ambiente, todos acompanhavam a saída dos caixões não abrindo mão de antes me lançar um olhar de pura pena, mas eram tão frios como o do mármore polido das escadas molhadas quando ela se afastara logo que vira a procissão ao longe. Provavelmente estavam pensando em como uma menina com ela, onze anos, sem tios ou avós, sobreviveria sozinha.Tudo se resumia a uma palavra:
Assassinato.
Não, ela ainda não tinha parado para pensar em como iria ser sua vida daqui pra frente sem o abraço apertado do seu pai toda vez que ele chegava do trabalho, ou o afago de sua mãe nos seus cabelos negros e lisos toda vez que ia dormir.Ninguém precisa lhe dizer isso com frases idiotas de que tudo vai ficar bem, porque nada será como era antes.
Andava sem rumo pela cidade,tentando controlar a tristeza e a raiva.Seus pais não haviam morrido por motivos comuns,havia algo por trás de tudo.No fundo,ela queria descobrir por que,queria uma vingança ao mesmo preço.O que havia acontecido não era normal,havia algo estranho nas mortes mas ela não sabia dizer o que e sentiu isso desde o momento que encontrou os corpos no escritório.
Não queria ficar naquela capela junto com montes e montes de sorrisos falsos,palavras de consolo.Ver os corpos frios de seus pais sendo rodeados por palavras falsas.Deveria decidir muita coisa dali em diante mas a primeira deveria ser se voltaria a casa ou não.
Precisava de um lugar com menos sorrisos,menos falsidade,menos…luto. Caminhava e caminhava tentando ignorar a sensação de estar sendo seguida o tempo todo.Entrou em um daqueles bares misturados com mercearia.A chuva continuava forte,relâmpagos iluminavam a rua e a garota encharcada.Ali ninguém saberia o que havia acontecidoTinha um pouco de dinheiro no bolso do casaco e pediu uma bebida.O atendente estranhou uma criança de onze anos e completamente encharcada ali mas trouxe logo o pedido quando viu o dinheiro.
Às vezes ria com algumas jovens que olhavam coradas para ela provavelmente achando que era um garoto bonitinho. Não as culpavas por isso pelo jeito que estava parecia realmente com um. Calcas pretas, camisa social,sobretudo e botas todos pretos, fora o seu cabelo repicado na altura do pescoço com franja.Apesar de sua família ter dinheiro,ela não gostava de vestidos ou saias,nem joias ou maquiagem já que achava tudo muito complexo e desconfortável mãe bem que tentou faze-la gostar deles quando era pequena, mas acabou desistindo ao ver suas reações toda vez que ela usava um.. Isso fazia os amigos dos seus pais acharem que tinham um garoto ao invés de uma garota, quando lhe viam a primeira vez, mas eles nunca se importaram com seu modo de vestir.Nem com as cores de sua preferencia.
Ergueu um pouco a cabeça e avistou a Tower Bridge ao longe em meio a tempestade.O rio Tamisa estava um pouco agitado devido ao vento e a chuva mas ela não se importou.Terminou sua bebida e,deixando o dinheiro no balcão andou até a beira da barreira que a separava do Tamisa.O bar era bem localizado para falar a verdade.
A margem do rio juntamente iluminada com os prédios da cidade davam uma vista linda dali de cima em contraste com a água e o céu escuro. Sempre que anoitecia gostava de ir a um lugar alto para ver as luzem da cidade à noite principalmente da Tower Bridge, que em sua opinião era um efeito fantástico, só não era mais fantástico porque naquela noite se encontrava sozinha sem um motivo grandioso para continuar a viver. Antes eu tinha sim um motivo grandioso,este era ver seus pais orgulhosos com seu sucesso.
Agora não havia ninguém que fosse apoia-la.
A chuva passou aos poucos e ela continuava observando a escuridão.Nunca havia imaginado a vida sem seus pais,nunca havia imaginado sua vida sem um sonho a cumprir. Não tinha mais família,seu nome havia se tornado só mais um em um mar de rostos e sangue.Sangue,morte e destruição. Seu conto de fadas havia chegado ao fim com um desfecho que ela nunca teria imaginado.Agora era tudo por conta própria.
Suspirou e apoiou seu queixo com as mãos, olhando para a rua pouco movimenta do lado oposto ao que tinha vindo, foi quando avistou um jovem que não devia ter no máximo vinte e cinco anos andar despreocupadamente pela rua, como se tivesse um encontro importante mais não estivesse com pressa.Ele usava um terno negro e que parecia ser novo em folha que se ajustava perfeitamente ao seu corpo forte, cabelo negro escuro, liso e levemente repicados lhe caiam aos olhos de mesma cor, lábios finos e simétricos ao nariz e a pele alva, mas não tanto.Ele se distanciou rapidamente e logo atrás dele veio outro rapaz que parecia um pouco mais jovem,ela lhe daria no máximo dezenove anos.Ele,pelo que ela pode ver,era meio loiro e parecia apressado e nervoso.Sua pele era alva,seus lábios róseos e simétricos,algumas mechas de seu cabelo loiro lhe caiam aos olhos.,Ele andava um pouco distante do moreno.Poderiam estar apressados mas mesmo assim não deixavam de ser elegantes.
Não soube dizer o a levou a segui-los até a direção oposta da ponte. Não pensou duas vezes e correu atrás deles tomando as medias necessárias para não ser percebida. Eles continuaram andando sem alterar seus elegantes passos em direção as residências só que com o passar dos minutos eles foram caminhando cada vez mais para a parte deserta da cidade onde ficava os becos sem nem sequer olhar para os lados ou para trás.
Se perguntava por que estava fazendo aquilo mas não conseguia parar.Ela sabia que ia acabar se perdendo mas era conduzida por um poder invisível que a levava atrás dos rapazes. Passaram por mais algumas ruas que ficavam cada vez mais desertas, o loiro começou a andar mais rápido e virou à esquerda. Andou sorrateiramente e antes de entrar na rua deu uma olhada e vi aonde exatamente eles queriam chegar.
Estavam na parte mais afastada do porto, onde se via apenas uma calçada larga e comprida com algumas árvores pequenas e postes de luz, que ficavam de frente para a imensidão do mar sem barco nenhum atracado.O loiro havia desaparecido mas ela viu o moreno parado na parte mais escura,recostado na parede com as mãos no bolso e disse em uma voz sedutora e sedosa:
-Você pode se juntar a mim agora,garotinha.Aquele idiota não está mais aqui para nos atrapalhar.Além do mais,não gosto de ficar esperando.
Engoliu seco e andou a passos lentos até parar ao seu lado e fitar seu rosto discretamente e constatar que ele era muito mais bonito visto de perto.Quase uma obra de arte viva. Sentiu seu rosto ficar quente e olhou rapidamente para baixo,se dando conta de que ele sabia que era uma garota.Alguém que não havia confundido-a.
-Vo- você sabia que eu estava seguindo você?Por isso veio para cá.
Ele a olhou pela primeira vez,revelando olhos azuis intensos que a analisavam como se revelassem sua alma e pareciam levemente impacientes.Ela achou que ele lhe daria uma bronca mas ele apenas desviou o olhar para o Tamisa e voltou a falar com aquela voz que fazia jus a sua beleza.
-Sim,eu sabia.Na verdade você nos seguir foi um bônus bem-vindo já que meu único objetivo era no mínimo dar um chá de sumiço naquele loiro idiota.Voce nos seguir até o lado mais afastado da cidade é só uma brincadeira do acaso.
Ela desviou o olhar e viu as pequenas ondas que continuavam devido a chuva anterior,pensando no fato de que o velho ditado “a curiosidade matou o gato”parecia adquirir um significado bem real agora.Poderia ele ser um assassino que a havia arrastado até ali só para mata-la?Talvez mas ela respirou fundo e controlou o medo que estava prestes a invadi-la.Sentia como se fosse uma criancinha de quatro anos perto daquele estranho.
-Acho que uma garotinha como você não deveria andar por ai sozinha a essas horas.Mas voce apareceu na hora certa.
Aquilo a deixou um tanto nostálgica já que era a mesma coisa que seu pai dizia quando ela ficava brincando do lado de fora até tarde,quase ao anoitecer.
-Hora certa?O que você quer de mim?
Ela fez o possível para dar um sorriso irônico e não podia ter certeza se estava convincente o suficiente que não passou desapercebido pelos olhos azuis profundo que lhe fitavam de canto até ele se abaixar para segurar-lhee olha-la com certa seriedade.
-Me diga,algo aconteceu. Você tem um desejo,uma grande e nova ambição,não é?
Arregalou um pouco os olhos encarando-o incrédula achando que seus ouvidos haviam lhe enganado. Que tipo de homem vestido formalmente arrastaria uma garota como ela para a parte mais afastada da cidade à uma hora dessas para perguntar se ela um grande desejo? Será que ele queria lhe convidar para algum tipo de seita ou organização? Mas repentinamente o desejo lhe veio a mente,o primeiro e único.
-Bem,eu tenho um mas…minha vida é muito monótona,eu sempre desejei algo interessante e agora…
Ele sorriu,um sorriso malicioso e perigoso e se aproximou mais um pouco. Não entendia por que estava contando aquelas coisas a ele.
-Eu posso lhe dar o que quiser,pequena.Posso realizar seu desejo mas tenho que ser sincero,eu não sou uma fada madrinha dos contos de fadas.Um pacto comigo e todas as suas chances de atravessar os portões do Paraíso se tornarão inexistentes.
Ela não acreditava mas também não entendia o motivo dele fazer-lhe aquela proposta do nada.Mas parecia tentadora,agora que havia perdido tudo o que lhe pertencia…algo quase irrecusável…
-Você aceita fazer um pacto comigo?
Ela estava prestes a responder.E algo realmente tentador e qualquer um acharia que um garotinha de onze anos não deveria ter aquele tipo de pensamento,aquele sentimento de vingança que começava a surgir em sua mente.Não teria seus pais de volta nem nada disso mas valeria a pena eles não terem morrido por nada,a morte ser deixada impune.
-Eu ace-
O som de um tiro veio do nada.
O estranho rosnou e segurou o braço ferido.A garota olhou para o lado e viu o homem loiro segurando uma arma.
-Saia de perto dela.Agora.
A garota ouviu a risada do moreno enquanto ele se virava para encarar o outro.
-Você de novo,achei que tinha ido embora.
-Saia de perto dela agora, demônio.Vou te fazer voltar para o inferno.
O moreno agarrou a garota,segurando sua cabeça.Seus olhos haviam mudado de cor.Um movimente e poderia quebrar o pescoço dela ou arrancar seu coração se quisesse.Mas o sorriso permanecia em seu rosto.A garotinha observava tudo,assustada.
-Temos uma criança presente,Harry. Você não faria is-
Mais um tiro.Dessa vez atravessou a testa do moreno. Manteve então os braços firmes, disparando tiros um após o outro, atingindo a criatura, que se afastava imediatamente da garota, deixando um grito doloroso eclodir pela rua,como se estivessem lhe arrancando as vísceras.
Uma sombra negra surgiu,saindo daquele corpo,emitindo sons e guinchos horríveis.O loiro correu e puxou a garota pela mão enquanto corriam para fora daquele lugar.
-Venha logo.Ele não vai voltar por enquanto mas a polícia sim.Vou lhe explicar tudo.
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segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Madness Alice
Você não está louca,você só seguiu a lebre
Mais uma vez você veio,donzela Alice
Mas vejo que cresceu e com você esse País também mudou
Pelo que vejo esse País já não é mais das Maravilhas
Chame-o de País do Terror,querida
Aqui não há mais em quem confiar
Então já que é assim,vamos cabeças cortar!
Vamos lá,mate a Rainha
De mágica não há mais nenhuma varinha
Com a faca na mão,veja o sangue jorrar
Crescida Alice,eu sei que você já não vai mais chorar
Você criou um mundo de mágica pois sua realidade é trágica
Mas nem tudo são flores,querida Alice
Velho Cheshire foi quem disse
Doce gatinho não é mais doce,um sorriso assassino percorre seu rosto
Vamos,embarque nesse trem infernal
Vamos brincar no País do Terror
Corte,mate,sangre!Vamos lá Alice
Entre na Dance Macabre do País das Maravilhas!
Tome um chá,o Chapeleiro lhe chama!
Seus enigmas ele trama
Só cuidado Alice,ninguém é mais o mesmo
Nem mesmo o seu mais profundo desejo
Com a faca na mão,acabe com a destruição!
Mate a Rainha,traga-lhe o vermelho que ela ama
Você não está louca,minha querida Alice
Foi o gato Cheshire quem disse
Decrepito com um sorriso assassino no rosto
Prepare o ataque,ele está em seu posto
Mate,corte,sinta o sangue jorrar
Pois quando a meia noite chegar
A diversão irá começar
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Bloody Alice
Olá,doce Alice
A senhorita deseja um chá?
É aqui no País das Maravilhas que você está
Mas parece que você cresceu
Uma nova Alice nasceu
Não,você não está no mesmo lugar
Não é mais naquela terra que você quer estar
Uma vida trágica,uma mudança que não foi mágica
Posso dizer que você enlouqueceu,Alice?
Enlouqueceu a ponto de concordar com o que eu disse
Relógio parado,ilusão preparada
O País das Maravilhas também já não é mágico
Aqui houve uma mudança trágica
Donzela Alice não adianta tentar escapar
Presa no mundo da fantasia
O terror já domina nesse novo País das Maravilhas
Vamos lá,pode mandar
Diga quantas cabeças quer cortar!
Mate a Rainha Vermelha,Alice
Faca na mão como o Chapeleiro disse
Sangue em todos os lugares,fogo e destruição
Aqui todos já não estão sãos
Tanto quanto você,crescida Alice
Quem domina na verdade nessa horrenda realidade
Évocê,donzela Alice,é você quem sabe
E quando a terrível meia-noite chegar
Em sua mente o Chapeleiro irá sussurrar:
"Qual a semelhança entre um corvo e uma escrivaninha?"
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sábado, 13 de agosto de 2011
Lonely Day-System of a Down
Such a lonely day
Que dia solitário!
And it's mine
E é meu
The most loneliest day of my life
O dia mais solitário da minha vida
Such a lonely day
Que dia solitário!
Should be banned
Deveria ser banido
It's a day that I can't stand
É o dia que eu não consigo aguentar
The most loneliest day of my life
O dia mais solitário da minha vida
The most loneliest day of my life
O dia mais solitário da minha vida
Such a lonely day
Que dia solitário
Shouldn't exist
Não deveria existir
It's a day that I'll never miss
É um dia que eu nunca sentirei falta
Such a lonely day
Que dia solitário
And it's mine
E é meu
The most loneliest day of my life
O dia mais solitário da minha vida
And if you go
E se voce for
I wanna go with you
Eu quero ir com voce
And if you die
E se voce morrer
I wanna die with you
Eu quero morrer com voce
Take your hand
Pegar sua mão
And walk away
E ir embora
The most loneliest day of my life
O dia mais solitário da minha vida
The most loneliest day of my life
O dia mais solitário da minha vida
The most loneliest day of my life
O dia mais solitário da minha vida
Such a lonely day
Que dia mais solitário
And it's mine
E é meu
It's a day that I'm glad I survived
É um dia que eu estou feliz por ter sobrevivido
domingo, 7 de agosto de 2011
Alma & Sangue:O Despertar do Vampiro - Nazarethe Fonseca
Editora: Aleph
Autor: NAZARETHE FONSECA
ISBN: 9788576570806
Origem: Nacional
Ano: 2009
Edição: 1
Número de páginas: 416
Acabamento: Brochura
Formato: Médio
Incentivando a literatura brasileira eu li,Alma e Sangue:O Despertar do Vampiro.E o que eu posso dizer sobre ele é...
Uma história completamente apaixonante e viciante.Sabem que ela é uma ótima idéia,um ótimo livro para se ler e reler,quase sempre que quiser.A ambientação do primeiro livro é em primeira pessoa,sendo assim um relato da vida de Kara Ramos antes e quando conheceu o vampiro Jan Kman.A Kara é uma personagem diferente,inusitada.
E Jan,claramente é o principe encantado da história com seu ar sedutor e tudo mais.Uma história surpreendente e inovadora,um ótimo romance regado de suspense e ação.
O interessante é que o primeiro livro na verdade é um manuscrito,escrito pela Kara então a história é pela versão dela primeiro.
Ele também contém um suspense que te prende até a última página,querendo saber o que vai acontecer a cada momento,o que então vão fazer contra o inimigo.Nesse livro tem um grande mistério,que é quem está matando as prostitutas de São Luis.É curioso,inovador e com um belo suspense enquadrando tudo!
Cada personagem tem sua personalidade própria e isso é bem legal,a perspectiva de cada parte do livro.Um romance bem "carnal" e inovador.Eu gostei,um livro nacional recomendadissimo!
Eu voto por esse livro!
História:☆☆☆☆
Capa:☆☆☆
Personagens:☆☆☆
Autor: NAZARETHE FONSECA
ISBN: 9788576570806
Origem: Nacional
Ano: 2009
Edição: 1
Número de páginas: 416
Acabamento: Brochura
Formato: Médio
A temática vampiresca Alma e Sangue: O império dos Vampiros promete atrair o grande público da série Crepúsculo, que teve seu último volume lançado em julho no Brasil. Esse primeiro volume inicia a turbulenta saga de amor e traição da jovem Kara Ramos e o vampiro Jan Kmam. A primeira edição, lançada em 2001, arrematou uma legião de fãs por todo o Brasil, acompanham a autora Nazarethe Fonseca em seu blog, e lotam suas comunidades virtuais no Orkut e no Twitter. Kara Ramos é uma jovem restauradora, determinada e espirituosa, que aceita o desafio de reformar um casarão abandonado na cidade de São Luís, no Maranhão. Porém, o que ela jamais poderia imaginar era encontrar adormecida no sótão uma criatura com mais de 300 anos, sedenta de sangue e vingança. Agora que despertou, o vampiro Jan Kmam irá até as últimas consequências para se vingar de seus inimigos. Para tanto, não hesitará em envolver Kara em seu mundo de sombras e sedução. Mesclando aventura, romance e terror, Alma e Sangue: o despertar do vampiro é uma história de tirar o fôlego. O início promissor de uma saga apaixonante, que continua em Alma e Sangue: O Império dos Vampiros.
Incentivando a literatura brasileira eu li,Alma e Sangue:O Despertar do Vampiro.E o que eu posso dizer sobre ele é...
Uma história completamente apaixonante e viciante.Sabem que ela é uma ótima idéia,um ótimo livro para se ler e reler,quase sempre que quiser.A ambientação do primeiro livro é em primeira pessoa,sendo assim um relato da vida de Kara Ramos antes e quando conheceu o vampiro Jan Kman.A Kara é uma personagem diferente,inusitada.
E Jan,claramente é o principe encantado da história com seu ar sedutor e tudo mais.Uma história surpreendente e inovadora,um ótimo romance regado de suspense e ação.
O interessante é que o primeiro livro na verdade é um manuscrito,escrito pela Kara então a história é pela versão dela primeiro.
Ele também contém um suspense que te prende até a última página,querendo saber o que vai acontecer a cada momento,o que então vão fazer contra o inimigo.Nesse livro tem um grande mistério,que é quem está matando as prostitutas de São Luis.É curioso,inovador e com um belo suspense enquadrando tudo!
Cada personagem tem sua personalidade própria e isso é bem legal,a perspectiva de cada parte do livro.Um romance bem "carnal" e inovador.Eu gostei,um livro nacional recomendadissimo!
Eu voto por esse livro!
História:☆☆☆☆
Capa:☆☆☆
Personagens:☆☆☆
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segunda-feira, 25 de julho de 2011
Last Sacrifice -Richelle Mead
Rose Hathaway não gosta de se sentir enjaulada.. mas a cadeia faz isso com você. O que realmente a incomoda e que ela não fez isso, ela não matou a Rainha Tatiana. Mas diga isso para a multidão de Morois e Dhampirs -meio vampiros- como ela, que se reuniram para o funeral… e pedem seu sangue.Esse livro,como os outros me fez chorar.Não é só porque é o final da série e porque vou dar adeus ao meu Dimka,mas por causa das várias coisas que os personagens aprendem durante o livro.Eles amadurecem a cada momento.
Last Sacrifice é o ultimo livro na épica série vampirica de Richelle Mead. E ela guardou o melhor para o final. Assassinato… amor… ciúmes. Tudo reunido nesse último capítulo, quando Lissa, melhor amiga de Rose, enfrenta inimigos que não querem vê-la no trono. Quando Rose é resgatada da prisão pelo seu verdadeiro amor, Dimitri, o tepo é essencial. Ela precisa provar sua inocência e salvar sua amiga, mesmo que isso signifique fazer o ultimo sacrifício.
Rose continua uma das minhas personagens favoritas,até por que ela não é a mocinha em perigo que todo mundo ve nos outros livros romanticos,ela sabe quando lutar e quando fugir e quando proteger os outros.
Dimitri também amadurece,e percebe que pode perdoar a si mesmo.Na verdade ele descobre que em vez de ficar sozinho,se culpando ele pode aprender a aproveitar os pequenos detalhes da vida,o que achei lindo!
Como viram,tem várias citações dos livros ao lado,porque eu vi as que achei mais lindas.Vou mostrar duas das minhas favoritas:
"Se voce quer que os pesadelos desapareçam,voce tem que viver.Essa é a única forma.Poderiamos ter morrido agora pouco.Não morremos.Talvez a gente morra amanhã,eu não sei.O que importa é que estamos vivos agora"-Rose Hathaway(Last Sacrifice)
O que era amor, realmente? Flores, chocolates e poesia? Ou era algo
mais? Era ser capaz de terminar as piadas de alguém? Era ter fé absoluta que alguém estava lá por você? Era conhecer alguém tão bem, a ponto de saber o motivo do outro fazer o que fazia e ainda compartilhar as mesmas opiniões?-Rose Hathaway(Last Sacrifice)
A trama do livro contém muita ação e muito suspense por que você praticamente entra na pele da Rose,descobrindo os mistérios e lutando por sua inocencia,também se passa em vários lugares que são bem descritos.Eu só não gostei do final do Adrian,o dele foi o mais triste de todos.Eu ainda amo Dimitri Belikov mas o Adrian não mereceu o que a Rose fez com ele.
Outro personagem que eu adoro é o Abe,ele participa muito mais nesse livro e ele continua super divertido.Quando ele descobre que a Rose e o Dimitri estão juntos,ele quer ter uma "conversa" com Dimitri,sobrecomo ele deve namorar sua filha.Essa parte é hilária de mais!
Só uma coisa que eu não entendi:Qual foi o Último Sacrificio?Eu não entendi muito bem isso!
Eu gosto da descrição dos personagens e as personalidade deles.São tão bem descritos e criados,que torna a leitura ótima e você acaba se identificando com eles.A Richelle sabe escrever e ela é minha diva!
Me identifico muito com a Rose ,não só por ela bater primeiro e perguntar depois, porque ela luta por aquilo que acredita sempre e defende todos.
☆☆☆☆☆
PLAYLIST
I'd Come For You-Nickelback
David Cook - Permanent(Cena de Dimitri e Rose após matar Donovan)
Save The Hero-Beyonce (Especialmente pra Rose)
A Beautiful Lie-30 Seconds To Mars (Adrian e Rose)
Who Wants To Live Forever-Queen
Notes from the Underground-Sarah Slean(Rose e Dimitri na estrada)
Bar-ba-sol-David Cook(Dimka buscando redenção por seus atos)
Breathe-Paramore
Savin' Me-Nickelback (Especialmente para o Dimka)
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